
Do pré-aprovado ao dia da escritura, um roteiro passo a passo para quem compra pela primeira vez em Portugal — sem surpresas e sem custos escondidos.
Comprar a primeira casa é, para a maioria das pessoas, a maior decisão financeira da vida. A boa notícia é que o processo é mais previsível do que parece — desde que se respeite a ordem dos passos.
Comece pelo financiamento, não pelas visitas. Uma simulação de crédito e uma pré-aprovação dão-lhe um orçamento real e poder negocial: quem chega a uma proposta com o financiamento encaminhado é levado muito mais a sério.
Defina depois os seus inegociáveis. Tipologia, zona, exposição solar, lugar de garagem. Distinguir o essencial do desejável evita meses de visitas frustrantes e ajuda-nos a filtrar o mercado por si.
Na fase de proposta, lembre-se dos custos para além do preço: IMT, Imposto do Selo, escritura, registo e, eventualmente, comissões de mediação de crédito. Planeie estes valores desde o início para não haver surpresas na reta final.
O contrato-promessa de compra e venda (CPCV) é o documento que protege ambas as partes até à escritura. Leia cada cláusula com atenção — sobretudo prazos, condições suspensivas e o regime do sinal.
No dia da escritura, confirme certidões, licença de utilização e certificado energético. Quando tudo está em ordem, assina-se com tranquilidade. É para chegar a este momento sem ansiedade que existe um consultor ao seu lado.











